Ontem depois do tabefe que levei na orelha, sai de casa, meio sem rumo, sozinha, sem saber direito pra onde ir. Cheguei a dar umas voltas pela cidade, e resolvi ir 'a uma praia meio deserta, pouco frequentada, onde achei que seria o lugar ideal pra eu estar sozinha.
Por um acaso, acabei conhecendo uma pessoa, que foi parar lá exatamente pelo mesmo motivo meu, só que, segundo ele, tinha se separado de sua esposa naquela manhã. Ficamos conversando e foi muito bom para mim, não cheguei a falar de todos os meus problemas, lógico, mas comentei que também não estava bem em meu casamento, enfim, foi bom falar sobre o assunto. E tbm ouvir que o mesmo que vinha acontecendo comigo estava acontecendo com outra pessoa, apenas, de forma bem diferente da minha...
Cheguei em casa e contei pro Claudio que tinha conhecido este homem e que ficamos conversando. Ele não gostou, levou meio na brincadeira, mas sei que pensou em me dar um troco, pois ele adora um bom motivo. E não deu outra: são 23:21 PM do dia seguinte e ele ainda não chegou em casa.
Fico pensando em como ele pensa que consegue me dar o troco. Vejo algumas possibilidades, que vou citar abaixo:
Só se ele me surrar, pq já me agride com palavras, gritos, uns empurrões e uns "tapinhas", como ele diz, de vez em quando;
Só se ele passar a chegar só no dia seguinte, pois chegar em casa de madrugada já faz parte de sua rotina;
Só se ele me prender dentro de casa, já que pouco sai comigo, nunca me convida pra nada, não fazemos um programa legal, qto mais, diferente. E qdo saimos, ou brigamos antes, pq ele nunca quer, ou então, quer sair mas volta totalmente embriagado;
Só se ele cortar o "p" fora, pois não o usa comigo há muito tempo. Aliás, seria impossivel fazer algo com tanta instabilidade, tanto desamor, tanta agressão...
Eu a Patroa e as Crianças
Há um ano
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